sexta-feira, 4 de maio de 2012

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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

somos uma empresa que divulga e comercializa algum artesanato feito em Portugal ...
 CORTIÇA                                                      GALOS DE BARCELOS
LOIÇA ALENTEJANA

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Cerâmica Alentejana

Prato com motivos Alentejanos

As peças de olaria que são produzidas pela família Maquinista aproximam-se mais do estilo da loiça de São Pedro do Corval do que da produzida localmente. Apresentam, contudo, muita inovação e bom gosto ao que não é estranha a presença e laboração de muitas jovens sentadas a roda do oleiro e na mesa de pintura.

Claro, que estas peças, moldadas com afecto e com arte, comportam muitos segredos que passam de geração em geração, no seio familiar. O pouco que conseguimos saber, os 14 passos da sua manufactura, aqui ficam partilhados.

Novos Produtos do artesanato Português

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terça-feira, 21 de junho de 2011

Caretos de Podence

"Os Caretos representam imagens diabólicas e misteriosas que todos os anos desde épocas que se perdem no tempo saem à rua nas festividades carnavalescas de ...

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Filigranas Portuguesas

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Produtos:
Trajes Tradicionais Portugueses e Filigranas




Vendemos para todo o mundo

domingo, 31 de outubro de 2010

Tudo o que quiser bordado e personalizado

EMBLEMAS

Emblema, empresa ou divisa é uma associação de uma imagem pictórica com uma legenda, que representa um conceito ou uma entidade. Sobretudo, entre os séculos XV e XVIII, designaram-se "emblemas", cada um dos conjuntos constituídos por uma imagem enigmática acompanhada por uma frase que ajudavam a decifrar um sentido oculto moral, que era explicado por um texto em verso ou em prosa.


Tudo o que quiser personalizado para a sua Instituição - orçamentos grátis

Cortiça Portuguesa



Cortiça é um material de origem vegetal da casca dos sobreiros (Quercus suber), com grande poder isolante.
A primeira extracção da cortiça ocorre, normalmente, quando a árvore atinge entre 25 a 30 anos, sendo que a extracção ocorre nos meses de Junho a Agosto. Essa cortiça, por vezes com espessura considerável, recebe o nome de virgem e distingue-se substancialmente da cortiça de reprodução extraída nos períodos seguintes: é designada por secundeira na segunda tiragem e por amadia nas tiragens ou extracções subsequentes. A cortiça amadia é a de maior qualidade, sendo por isso a mais valorizada, e a única que pode ser utilizada para o fabrico de rolhas. A partir desta fase, a cortiça é extraída a cada nove anos.
Actualmente, a cortiça é uma matéria-prima nobre cuja utilização se estende a variadas utilizações como sejam os revestimentos de solos, os isolamentos (térmicos e acústicos), na fabricação de instrumentos musicais, em artigos de decoração, nos componentes para calçados e para o setor industrial de diversos segmentos automóvel, bebidas, decoração, alvenaria,construção, entre outras. Portugal, com uma área de 730 mil hectares de montado de sobro, é responsável por mais de 50% da produção mundial de cortiça. Outros produtores são Espanha, sul da França, sul da Itália, mais recentemente Marrocos, Argélia e Tunisia.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Reportagem - Filigrana portuguesa - Praça da Alegria

Azulejaria Portuguesa



O termo azulejo designa uma peça de cerâmica de pouca espessura, geralmente, quadrada, em que uma das faces é vidrada, resultado da cozedura de um revestimento geralmente denominado como esmalte, que se torna impermeável e brilhante. Esta face pode ser monocromática ou policromática, lisa ou em relevo. O azulejo é geralmente usado em grande número como elemento associado à arquitetura em revestimento de superfícies interiores ou exteriores ou como elemento decorativo isolado. Os temas oscilam entre os relatos de episódios históricos, cenas mitológicas, iconografia religiosa e uma extensa gama de elementos decorativos (geométricos, vegetalistas etc) aplicados a paredes, pavimentos e tectos de palácios, jardins, edifícios religiosos (igrejas, conventos), de habitação e públicos.
Com diferentes características entre si, este material tornou-se um elemento de construção divulgado em diferentes países, assumindo-se em Portugal como um importante suporte para a expressão artistíca nacional ao longo de mais de cinco séculos, onde o azulejo se transcende para algo mais do que um simples elemento decorativo de pouco valor intrínseco. Este material convencional é usado pelo seu baixo custo, pelas suas fortes possibilidades de qualificar esteticamente um edifício de modo prático. Mas nele se reflete, além da luz, o repertório do imaginário português, a sua preferência pela descrição realista, a sua atracção pelo intercâmbio cultural. De forte sentido cenográfico descritivo e monumental, o azulejo é considerado hoje como uma das produções mais originais da cultura portuguesa, onde se dá a conhecer, como num extenso livro ilustrado de grande riqueza cromática, não só a história, mas também a mentalidade e o gosto de cada época.
Atualmente, a procura por azulejos tem se dado menos por seu valor decorativo e mais por suas características impermiabilizantes, sendo muito utilizado em cozinhas, banheiros e demais áreas hidráulicas.

domingo, 10 de outubro de 2010

Artesanato - Produtos tradicionais Portugueses



casa de Janeiro

Artesanato é o trabalho manual ou produção de um artesão, aquele que produz objectos pertencentes à chamada cultura popular.
O Artesão realiza todas as etapas da produção, desde o preparo da matéria-prima, até ao acabamento final.
casa de Dezembro

Alentejo Rural em Imagens

QUINTÃ-MEMÓRIAS / 2010

Realização: Ricardo Machado/ Fotografia: Priscila Oliveira/ Edição vídeo: Carlos Pedro Santana/ Edição som: Rui Coelho/ Produção: Ricardo Machado
Documentário que tem por base entrevistas realizadas a habitantes de uma pequena aldeia situada no baixo Alentejo – a Quintã.
Os temas abordados são controversos, divertidos e dramáticos, como sejam: o trabalho árduo na Mina de S. Domingos, o contrabando a Espanha, a ida aos bailaricos no passado, a Guerra Civil Espanhola e suas consequências nas aldeias fronteiriças portuguesas, entre outros.
Os residentes locais entrevistados realçam as suas recordações e experiências vividas.
Adquire esta reportagem com 2 DVD's por apenas € 15.00

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

A Lenda do Galo de Barcelos

A lenda do Galo de Barcelos narra a intervenção milagrosa de um galo morto na prova da inocência de um homem erradamente acusado. Está associada ao cruzeiro seiscentista que faz parte do espólio do Museu Arqueológico, situado no Paço dos Condes de Barcelos. Segundo a lenda, os habitantes de Barcelos andavam alarmados com um crime, do qual ainda não se tinha descoberto o criminoso que o cometera. Certo dia, apareceu um galego que se tornou suspeito. As autoridades resolveram prendê-lo, apesar dos seus juramentos de inocência, que estava apenas de passagem em peregrinação a Santiago de Compostela, em cumprimento duma promessa.
Condenado à forca, o homem pediu que o levassem à presença do juiz que o condenara. Concedida a autorização, levaram-no à residência do magistrado, que nesse momento se banqueteava com alguns amigos. O galego voltou a afirmar a sua inocência e, perante a incredulidade dos presentes, apontou para um galo assado que estava sobre a mesa e exclamou: "É tão certo eu estar inocente, como certo é esse galo cantar quando me enforcarem."
O juiz empurrou o prato para o lado e ignorou o apelo, mas quando o peregrino estava a ser enforcado, o galo assado ergueu-se na mesa e cantou. Compreendendo o seu erro, o juiz correu para a forca e descobriu que o galego se salvara graças a um nó mal feito. O homem foi imediatamente solto e mandado em paz.
Alguns anos mais tarde, o galego teria voltado a Barcelos para esculpir o Cruzeiro do Senhor do Galo em louvor à Vírgem Maria e a São Tiago, monumento que se encontra no Museu Arqueológico de Barcelos.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Agricultura Biológica

Agricultura Biologica
é um sistema de produção holístico, que promove e melhora a saúde do ecossistema agrícola, ao fomentar a biodiversidade, os ciclos biológicos e a actividade biológica do solo. Privilegia o uso de boas práticas de gestão da exploração agrícola, em lugar do recurso a factores de produção externos, tendo em conta que os sistemas de produção devem ser adaptados às condições regionais. Isto é conseguido, sempre que possível, através do uso de métodos culturais, biológicos e mecânicos em detrimento da utilização de materiais sintéticos.»